Já comprou?

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Pessoas 'invadiram' a rua 25 de Março, na região central de São Paulo, para fazer as compras de Natal.

Otimismo
O ano, se não vai ser recordista em vendas, segundo pesquisa da Serasa, 2007 apresentou nível recorde de otimismo entre os comerciantes para o período do Natal.

Segundo a Serasa, a alta no movimento deste Natal deriva das "melhores condições de emprego e renda da população, além do expressivo aumento do crédito, que, de janeiro a outubro, atingiu 28,1%".

A julgar pelos dados da Serasa, as compras de última hora é que devem fazer a diferença no Natal. Levantamento apontou que 61% dos empresários entrevistados prevêem que neste fim de ano o faturamento será maior que no mesmo período de 2006, porcentual mais alto desde 2005, quando o dado começou a ser calculado.

O crescimento esperado é de 15,5% no comércio do país, mas o que foi verificado na semana passada, entre 10 e 16 de dezembro, foi uma alta de apenas 6%, ainda segundo a Serasa. A expectativa é que às vésperas do Natal o consumo aumente.

"A gente está se preparando para fechar a porta", conta, referindo-se ao hábito de impedir a entrada de mais clientes quando a loja fica completamente lotada. Mas a empresa contratou três vendedoras nas últimas semanas para não precisar tomar essa atitude, diz a vendedora Karina Segato, da Galeria Melissa

Nas compras de última hora, não é apenas o número de clientes que conta, mas o perfil do consumidor. Quem freqüenta a Melissa, que não é das casas mais caras da região, pode gastar até R$ 4.000 em uma única compra.

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