Cadê a água do rio Tietê?

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As águas foram recolhidas pela primeira vez entre 1928 e 1930, nas nascentes dos rios. Em setembro de 1990, a companhia aérea Varig ofereceu-se para coletar novamente as águas. A cargo do Museu ficaria a relação de todos os rios e os galões em que as águas seriam transportadas dentro dos aviões.

Assim, em 1991, as águas foram trocadas pela última vez. São as mesmas expostas até hoje.

A professora Miyoko conta ainda que existia mais uma ânfora com as águas do rio Tietê, não na escadaria central, mas na Sala das Moções. Para infelicidade dos amantes do rio paulistano, a tal ânfora quebrou e suas águas não foram repostas.

Afinal, questiona ela, como o Tietê atual poderia ser representado? “Com as águas da nascente? Em São Paulo? Na foz? Ninguém tem a resposta”, lamenta a professora Miyoko.

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