Chávez, Evo e Lula

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Em Washington, DC, desde a manhã de quarta-feira, o presidente da Câmara, o petista Arlindo Chinaglia (SP), foi bombardeado por perguntas sobre as relações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com os presidentes da Venezuela, Hugo Chávez, e da Bolívia, Evo Morales. Foi assim nos encontros com o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Isulza; com o presidente da Subcomissão do Hemisfério Ocidental da Câmara dos Representantes, deputado democrata Eliot Engel (NY), e com o vice-secretário de Estado, John D. Negroponte, dentre outras autoridades. Os ianques estão preocupados com a verdadeira posição do Brasil em relação aos dois vizinhos, em especial a participação do assessor especial da Presidência Marco Aurélio Garcia na “Operação Emmanoel”.

Ciceroneado pelo embaixador brasileiro Antônio Patriota, Chinaglia tranqüilizou os interlocutores sobre as posições do governo brasileiro. O que mais preocupa as autoridades norte-americanas é a relação de Chávez e Morales com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), considerada organização terrorista e ligada ao narcotráfico.


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