Crianças passam mal após tomar leite distribuído por Serra

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É, minha gente, vocês que estão pensando em votar no tucano Zé Serra, pensem muito bem antes. Vejam o jeito com que ele vem tratando a população carente: Primeiro a polícia violenta e corrupta torturou e matou um garoto de 15 anos (sem entrar no mérito se era ou não ladrão)Depois o hospital das Clínicas pegou fogo, matou uma pessoa. Serra, como sempre tirou o corpo fora e fez cara de paissagem. Agora, vejam essa:

Ao menos duas crianças passaram mal após consumir leite do programa Viva Leite, do governo do Estado de São Paulo, em Cedral (427 km de SP), segundo a prefeitura da cidade. Outras crianças também podem ter tido sintomas como ânsia, vômito e diarréia. Nenhuma, porém, foi internada.

Cerca de 15 famílias beneficiadas pelo programa estadual (a distribuição do leite é feita pelas prefeituras) fizeram reclamações sobre a qualidade do produto distribuído em pelo menos dois municípios da região de São José de Rio Preto.

Em Cedral, a prefeitura foi informada que crianças que consumiram o produto, distribuído em 28 de dezembro, passaram mal após a volta do feriado de Ano Novo.

O mesmo problema foi constatado na cidade vizinha de Tabapuã. A prefeitura do município informou que ao menos seis litros de leite estavam estragados, o que foi percebido quando as mães foram ferver o produto.

Segundo a assistente social de Cedral Mara Perosin Rodrigues, gestora do programa na cidade, o prazo de validade do leite entregue às famílias não era vencido e, aparentemente, não tinha problemas.

"Muitas mães buscam o leite e depois vão passear. Como era um dia muito quente, pode ser que tenha estragado", disse.

O leite foi produzido e envasado pela empresa Matilat (Laticínio Matinal Ltda), de Catanduva. A empresa disse que o produto foi liberado por fiscais do Ministério da Agricultura.

Um caminhão levou os produtos para Cedral (onde 172 litros foram distribuídos), Tabapuã (832 litros), Catiguá (196) e Uchuôa (1.180) --a reportagem não confirmou se houve reclamações nas outras cidades.

Pessoas beneficiadas pelo programa em Catanduva também se queixaram, na última semana, em um posto de saúde local, que o produto distribuído no município estava azedo.

Uma servidora, que pediu para não ser identificada, contou à reportagem que os saquinhos, quando chegam ao posto (de onde são distribuídos), ficam armazenados em caixas fora da geladeira por falta de espaço --a Folha não encontrou o responsável pelo posto para comentar o caso. Fora de locais refrigerados, o produto deve ser consumido em até duas horas.

A Matilat disse que o problema foi isolado e que já providenciou a reposição do produto. Informou que irá apurar se a temperatura do caminhão que transportou os saquinhos era ideal --menor do que 7ºC.

A Secretaria da Agricultura informou que a Matilat é fornecedora do programa há três anos e que, até então, não haviam sido registrados problemas na distribuição do leite. Disse que vai apurar o caso.

Em todo o Estado, 10,8 milhões de litros de leite são distribuídos, em saquinhos, para 720 mil famílias que recebem até dois salários mínimos. (Folha)


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