País chegará à 7ª- posição no mundo

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O primeiro Encontro Nacional da Siderurgia teve início ontem no Rio de Janeiro com discursos otimistas do presidente do Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS), Rinaldo Campos Soares, e do secretário do Estado de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços do Rio de Janeiro, Julio Bueno. Entre os 600 participantes, estavam presentes dirigentes do setor público, clientes e técnicos.

O setor passa por uma fase de crescimento sustentado. "Estamos falando de uma média de crescimento de 7,7% ano, praticamente o dobro da média da demanda mundial", afirmou Campos Soares. A esse passo, o País chegará à sétima posição do ranking mundial dos produtores de aço até 2015. "É o sétimo ano de resultados positivos, temos capacidade, atual e futura, para atender tanto a demanda doméstica, quanto externa", disse. Hoje o consumo do País é de 22 milhões de toneladas de produtos siderúrgicos e a projeção para 2015 é alcançar 40 milhões de toneladas.

Para Bueno, o Rio está num momento importante ao lado da siderurgia. Ele citou o volume dos investimentos que o setor siderúrgico vem fazendo no Estado: R$ 7,2 bilhões pela Companhia Siderúrgica do Atlântico; R$ 900 milhões no novo porto de Itaguaí pela Cosigua; e mais R$ 1 bilhão previstos para Resende, realizados pela Votorantim. Mencionou também a demanda que haverá com o renascimento da indústria naval no Rio, os investimentos da Petrobras em petróleo e gás, entre outros.

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