Ele passeia e nós pagamos a conta

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O senador Cristovam Buarque está em Budapeste, na Hungria. Durante toda a semana, ele participa de um Fórum de Debates sobre economia e política, que discute os reflexos da crise econômica que atingiu o mundo no ano passado. O fórum é organizado pelo megainvestidor George Soros. Cristovam apresentou uma palestra em que expôs a tese de que o mundo não vive apenas uma crise econômica. Na verdade, vive cinco crises simultâneas. As mais visíveis são a econômica e a financeira. Mas, além delas, há uma crise social – as desigualdades cada vez maiores – uma crise ambiental – aquecimento global e demais problemas ecológicos – e, finalmente, uma crise no seu modelo de desenvolvimento.

Cristovam propõe um novo modelo, que batizou de Keynesianismo Social e Produtivo, com intervenção do estado na economia não apenas para recuperar emprego e renda, mas também para exigir, nos investimentos que fizer, contrapartidas sociais e ecológicas, gerando investimentos principalmente em educação.

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